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	<title>Eu Tenho A For&#231;a</title>
	<subtitle type="html">P&#225;gina do curso de M&#237;dia e Poder, ministrado pelo Prof&#186; Dr. Dimas A. K&#252;nsch, da Faculdade C&#225;sper L&#237;bero.</subtitle>
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	<tagline>P&#225;gina do curso de M&#237;dia e Poder, ministrado pelo Prof&#186; Dr. Dimas A. K&#252;nsch, da Faculdade C&#225;sper L&#237;bero.</tagline>  
	   
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		    <title type="text/plain" mode="xml">Resumo de junho</title>
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		    <updated>10.08.08 22:29:33</updated>
		    <published>18.07.08 21:48:06</published> 
		    <content type="text/xhtml" mode="escaped" xml:lang="pt-BR">Somos consumidores ou estamos sendo consumidos? Desde a &#233;poca do escambo, consumimos. No entanto, atualmente, o consumismo &#233; de v&#225;rios tipos. E &#233; a m&#237;dia quer promove essa vontade de consumir. Na universaliza&#231;&#227;o da felicidade, todos n&#243;s podemos lutar para ser feliz. E esse sentimento n&#227;o est&#225; ligado ao que se consome, mas sim ao que verdadeiramente se sente.
A possibilidade de buscar a felicidade n&#227;o deve estar nas coisas f&#237;sicas. Entretanto, o consumismo continua crescendo em um mundo de recursos cada vez mais escassos. E a m&#237;dia, o governo e as empresas t&#234;m algo a ver com isso. O consumidor atual busca consumir para ser. As pr&#243;prias crian&#231;as consomem para serem notadas. 
&#201; o poder da m&#237;dia. Incomensur&#225;vel. Mas que, ao mesmo tempo, temos todas as possibilidades de escapar. </content>
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		    <title type="text/plain" mode="xml">Resumo de Maio</title>
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		    <updated>18.07.08 21:47:05</updated>
		    <published>18.07.08 21:47:05</published> 
		    <content type="text/xhtml" mode="escaped" xml:lang="pt-BR">O pre&#231;o de cada produto contempla o investimento feito em publicidade. Muito dinheiro &#233; investido em marketing, mas usa-se mal essa verba, porque &#233; poss&#237;vel fazer campanhas que modifiquem o mundo. Os publicit&#225;rios n&#227;o cumprem a sua fun&#231;&#227;o de comunicar. Eles n&#227;o refletem sobre o papel social, p&#250;blico e educativo de seu trabalho.
A publicidade n&#227;o pode estar sempre projetando o mundo ideal, pois assim os consumidores n&#227;o se sentir&#227;o representados. Viver somente no mundo da fantasia cansa as pessoas e a publicidade tentar se aproximar do cotidiano dos consumidores para atra&#237;-los a consumir o produto. O jornalismo tamb&#233;m tem a sua forma demonstrar poder. O chamado &#8220;Quarto Poder&#8221; &#233; a capacidade que a m&#237;dia em geral tem, que est&#225; vinculada diretamente ao jornalismo. Faz alus&#227;o aos poderes do Estado Democr&#225;tico.
Atrav&#233;s do agenda-setting, os meios de comunica&#231;&#227;o determinam a pauta quer ser&#225; discutida pela opini&#227;o p&#250;blica. Ao descartar temas e priorizar outros, eles acabam gerando um tipo de agendamento comercial, a fim de vender m&#237;dia.
Outra teoria &#233; o chamado espiral do sil&#234;ncio, que parte do pressuposto de que as pessoas t&#234;m medo de se sentir isoladas em rela&#231;&#227;o &#224; opini&#227;o majorit&#225;ria, que em grande parte &#233; determinada pela m&#237;dia.
&#192;s vezes, descansamos pensando no trabalho. Estamos preparados para produzir e ficamos frustrados quando n&#227;o estamos &#8220;ativos&#8221;. N&#227;o estamos e nem queremos nos acostumar com o &#243;cio. O tempo se acelera de uma maneira impressionante. Nos &#250;ltimos anos, todas as novidades surgidas t&#234;m a ver com as novas tecnologias, com acelera&#231;&#227;o e rapidez. Estamos na era da imagem, na sociedade do espet&#225;culo. Onde o que mais chama aten&#231;&#227;o &#233; a hipertrofia. 
No nosso mundo veloz, temos medo de parar, de sermos ultrapassado e do vazio. O objetivo das novas gera&#231;&#245;es &#233; produzir, mostrar e trabalhar. Temos que ter a organiza&#231;&#227;o necess&#225;ria para administrar o nosso tempo. Administrar est&#225; longe de pregui&#231;a. &#201; simplesmente ter tempo para produzir e outro tempo para descansar ou simplesmente n&#227;o fazer nada. </content>
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		    <title type="text/plain" mode="xml">Resumo do curso &#8211; Abril</title>
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		    <updated>18.07.08 21:44:01</updated>
		    <published>18.07.08 21:44:01</published> 
		    <content type="text/xhtml" mode="escaped" xml:lang="pt-BR">Ainda com Zygmunt Bauman, a explica&#231;&#227;o de modernidade l&#237;quida se op&#245;e &#224; modernidade s&#243;lida. Toda propriedade s&#243;lida, atualmente, se refere &#224; perda de tempo. Hoje, cada vez as coisas ficam menores e realizam fun&#231;&#245;es diversas. Antes o poder se mostrava. Agora, ele se esconde. O poderoso &#233; quem tem uma marca forte, algo leve, que est&#225; no campo da imagina&#231;&#227;o.
A marca do nosso mundo &#233; a velocidade. O computador e a internet s&#227;o &#237;cones da modernidade l&#237;quida. A sociedade moderna se caracteriza pela incapacidade de manter a forma, ou seja, ela se adapta &#224;s mudan&#231;as, que s&#227;o sempre muito r&#225;pidas. Nossas institui&#231;&#245;es, estilos de vida, cren&#231;as e convic&#231;&#245;es mudam antes que tenham tempo de se solidificarem em costumes e h&#225;bitos. 
Ot&#225;vio Ianni cunhou o termo &#8220;Pr&#237;ncipe Eletr&#244;nico&#8221;, inspirado na obra de Maquiavel. Na opini&#227;o de Ianni, atualmente o poder n&#227;o pertence mais aos governantes ou ao pr&#237;ncipe. O organizador pol&#237;tico passa a ser a m&#237;dia. Ela seleciona, enfatiza, esquece e sataniza o que poderia ser a realidade e o imagin&#225;rio. A m&#237;dia dos dias de hoje expressa a id&#233;ia dominante do mercado, priorizando a fideliza&#231;&#227;o do consumidor. 
Outra caracter&#237;stica do mundo moderno &#233; que vivemos a era das imagens. A profus&#227;o dessas representa&#231;&#245;es faz com que haja o risco de pautarmos o nosso conhecimento na id&#233;ia de simula&#231;&#227;o. N&#227;o h&#225; mais a experi&#234;ncia a partir do real, mas apenas no campo das id&#233;ias, no contato indireto. A partir das experi&#234;ncias indiretas, a cultura globalizada americana passa a ser a marca do consumo, o objetivo de todos que querem estar no mercado. Seja na l&#237;ngua, na moeda ou no entretenimento, a inten&#231;&#227;o da &#8220;Cultura McWorld&#8221; &#233; dominar. E a conquista se faz culturalmente, centrada no poder do mercado, do consumo e do entretenimento.
Essas cultura n&#227;o aceita os &#8220;atrasados&#8221;, ou seja, quem n&#227;o acompanha o progresso mundial, e os que sonham com um mundo mais justo para todas as pessoas. O McWorld est&#225; muito ligado ao visual. N&#227;o h&#225; tempo para contemplar, somente espa&#231;o para imagens fren&#233;ticas. Nos tornamos consumidores de um produto pelo seu status e n&#227;o pela sua qualidade.
H&#225; quase que uma busca espiritual para seguir uma marca. Existem relacionamentos espirituais com os consumidores. O marketing entra nesta jogada para fidelizar o consumidor. Com a quantidade de produtos que cobrem a mesma necessidade no mercado, aparece a necessidade de diferencia&#231;&#227;o num contexto de mesmice. Mais que vencer produtos, o marketing, precisa vender id&#233;ias. </content>
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		    <title type="text/plain" mode="xml">Resumo do curso &#8211; Mar&#231;o</title>
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		    <updated>18.07.08 21:42:36</updated>
		    <published>18.07.08 21:42:36</published> 
		    <content type="text/xhtml" mode="escaped" xml:lang="pt-BR">O ponto de vista epist&#234;mico nos faz contemplar diferentes saberes, o que se op&#245;e ao dogmatismo, &#224; id&#233;ia de causa e efeito, ao reducionismo, ao pensamento de certeza e ao racionalismo. A discuss&#227;o nos leva &#224; complexidade, aos saberes plurais e ao pluralismo. O verdadeiro conhecimento gera compreens&#227;o, ou seja, abra&#231;a diferentes pontos de vista. Ele dialoga com o diferente e o respeita. 
Cunhado por Zygmunt Bauman, o termo &#8220;Modernidade L&#237;quida&#8221; explica e se refere ao tempo da agilidade, das opera&#231;&#245;es velozes, da flexibilidade e da leveza. A caracter&#237;stica da modernidade &#233; a velocidade. A id&#233;ia do tempo atual leva em conta o nosso ritmo de vida, em todos os &#226;mbitos. Fora do mercado, na modernidade l&#237;quida, n&#227;o h&#225; salva&#231;&#227;o. As pessoas come&#231;am a buscar sentido para a vida pelo consumismo. &#201; necess&#225;rio consumir, mesmo que n&#227;o haja condi&#231;&#245;es financeiras para isso.
Na modernidade l&#237;quida, a id&#233;ia de pertencimento a uma cidade ou cultura n&#227;o existe. O que cresce &#233; a classifica&#231;&#227;o em fun&#231;&#227;o a estilos e gostos comuns. Os estilos de vida se sobrep&#245;em &#224;s identidades cl&#225;ssicas. E a m&#237;dia adere ideologicamente a todas essas caracter&#237;sticas de consumo e, atrav&#233;s da globaliza&#231;&#227;o, conecta o mundo em torno dessa id&#233;ia. A aposta no global, atingir a maior quantidade poss&#237;vel de pessoas. </content>
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		    <title type="text/plain" mode="xml">Resumo do curso &#8211; Fevereiro</title>
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		    <updated>18.07.08 21:40:16</updated>
		    <published>18.07.08 21:40:16</published> 
		    <content type="text/xhtml" mode="escaped" xml:lang="pt-BR">Estamos acostumados a pensar em Macropoder, mas deixamos de valorizar a capacidade do Micropoder, que &#233; composto por seres pensantes, que t&#234;m vontades e interesses. A vida est&#225; longe de ser uma simples rela&#231;&#227;o entre dominante e dominador. Ao contr&#225;rio do que prega o senso comum, a m&#237;dia n&#227;o &#233; capaz de tirar a capacidade das pessoas de pensar e decidir. Ser&#225; que somos formatados, enquadrados, alienados e triturados pelo poder incomensur&#225;vel da m&#237;dia?
Toda pessoa forma a sua opini&#227;o de acordo com seus conceitos. O conhecimento &#233; gerado pelos diferentes (e muitos) lados de um acontecimento, que est&#225; rodeado por diferentes pontos de vista. Existem m&#250;ltiplas opini&#245;es sobre um mesmo fato. Nunca h&#225; uma resposta fechada, devemos fugir da perspectiva reducionista. 
O conhecimento deve trabalhar com mais &#8220;talvez&#8221; e menos &#8220;portanto&#8221;. O primeiro termo nos leva &#224; compreens&#227;o, desde que seja bem trabalhado. O segundo equivale &#224; verdade, conclus&#227;o e certezas. H&#225; que se trabalhar com as possibilidades, movimentos e dinamismo. 
Para tudo na vida &#233; necess&#225;rio ter uma vis&#227;o com diferentes perspectivas. No di&#225;logo, &#233; preciso ouvir todos os pontos de vista e estrat&#233;gias para resolver um determinado problema. Evitar a unilateralidade &#233; a chave para fugir do reducionismo. </content>
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